sábado, 4 de dezembro de 2010

AMOR VESPERTINO

Em minha solidão me pergunto:
Porque os meus escritos falam de amor?
Reflito e percebo (...)

Falo de amor porque estou só.
Se só não fosse, cantaria.

Mas dessa vez; nem canto, nem falo.
Dessa vez calo.

Vou saborear sua inconstância,
Sua perpetua inconstância.

Só esta tarde, terei uma tarde boa,
E nada irá me abalar.

Ficarei em segurança,
Longe das perguntas, reflexões e percepções.
Ficarei com minha melhor solidão.

E serei feliz sem voce.

Um comentário:

  1. http://www.youtube.com/watch?v=hCFRn3BnJaE
    sei que conhece mas escute outra vez!

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