Fiz uma escolha,
E da escolha um custo amargo,
Quando eu vim para longe do mundo,
Vejam voces que infortúnio,
Tiro pela culatra,
Erro retroativo,
Sou zumbi da minha liberdade.
Meretriz do meu próprio coração.
Todo dia eu morro,
Quando deito nesse leito lodo,
Lamaçal infeccioso,
Frio,
Longe.
E de tanto que pedi,
Até meus fantasmas se foram...
Já não tenho preço,
Não valho.
E quem ouvirá meu choro?
Pra quem farei uma canção?
(...)
A verdade é que estou morto.
Sete palmos abaixo do chão.
nunca fui bom necromantico, mas posso deixar rolar lagrimas de amor verdadeiro! quem sabes assim retornes dos mortos!
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